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10 ago

Como vai a saúde do seu figado?

Gordura no fígado: o que precisamos saber?

 

Que a saúde é o nosso bem mais precioso, todos já sabemos. O dizer “Você é o que come” não é apenas um ditado. O que consumimos diz muito sobre o que somos, tanto por fora, quanto por dentro.

A consequência de maus hábitos pode trazer grandes perigos, como a gordura no fígado. Você, com certeza, já ouviu falar dela, mas sabe as causas para o seu aparecimento? Aqui, vamos lhe dizer tudo o que precisa saber sobre esse distúrbio.

Gordura no fígado

Também conhecida como esteatose hepática, a gordura no fígado se caracteriza pelo acúmulo de gordura na parte inferior dos hepatócitos, que são as células que compõem o órgão. Localizado na parte direita do abdômen, é responsável por ser o depósito para minerais, armazenar e liberar glicose, processar substâncias, além de possuir grande circulação de sangue.

É normal a presença da gordura no local, porém, se o índice ultrapassa 5%, já é algo para se preocupar e procurar o tratamento adequado o mais rápido possível.

Causas

Geralmente, a doença é causada pelo consumo excessivo de álcool, porém, também possui uma classificação “não alcoólica”, causada por maus hábitos. Entre eles, estão:

  • Obesidade;
  • diabetes;
  • perda rápida de peso;
  • sedentarismo;
  • gravidez;
  • má nutrição.

Em bebês, a gordura no fígado, em sua maioria, é causada por doenças que afetam o metabolismo. Em adolescentes, a causa é semelhante à dos adultos, adquirida pelo estilo de vida.

Sintomas

Uma característica do início da esteatose é o fato da pessoa afetada ficar assintomática. Quem não tem o costume de fazer exames de rotina, só vai notar o aparecimento da doença em um estado mais avançado. As queixas iniciais são perda de apetite, cansaço, fraqueza e dores no local.

Em seu estado avançado, quando o órgão inflama – denominada de esteato-hepatite, há a possibilidade do surgimento da cirrose hepática, que substitui o tecido do fígado por fibrose (desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão). Nessa situação, os sintomas citados anteriormente são mais intensos. Caso não seja cuidada, pode resultar em câncer.

Fatores de risco

A obesidade, o sedentarismo e o consumo excessivo de álcool são os maiores fatores de risco para a doença. Mulheres também possuem mais tendência de adquiri-la por conta do hormônio estrógeno, que propicia o acúmulo de gordura no local. O hormônio é produzido naturalmente no corpo feminino.

Uma curiosidade é que pessoas com ascendência hispânica e oriental fazem parte do fator de risco, enquanto descendentes de africanos têm menos chances.

A gordura no fígado tem cura?

Não há cura ou tratamento padrão para a doença. O que pode ocorrer é a regressão da quantidade de gordura, deixando-a estabilizada.

O tratamento é determinado de acordo com as causas da doença – que possuem cura, e adequado com o estilo de vida, alimentação e a prática de exercícios físicos da pessoa.

Prevenção

Além de visitas frequentes ao médico, é aconselhável uma vida saudável, realizando feitos como:

  • Prática regular de exercícios com ajuda de um profissional da educação física;
  • dieta balanceada com a instrução de um nutricionista;
  • evitar bebidas alcoólicas;
  • Consumir boas fontes de fibras, como cereais, legumes e verduras, por exemplo.

Dicas de alimentos que protegem o fígado

Qualidade de vida é medida pela alimentação e movimentação do corpo. Além da frequência de atividades físicas, existem alimentos ricos em nutrientes que são benéficos para o fígado e para o corpo de modo geral. Entre eles estão:

  • Abacaxi;
  • maçã;
  • frutas vermelhas;
  • muita água;
  • própolis.

Lembre-se do ditado: “Você é o que come” e leve ele para a vida. Nossa saúde é o maior tesouro que possuímos e devemos cuidar dela ao máximo!

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